Um empurrão o fez bater contra o chão coberto de musgo.
Não ousou olhar para aqueles que estavam atrás dele.
- Dessa vez você escapou. Mas fique de olho aberto. Não serei tão bom da próxima vez.
Os caras saíram pela porta e o deixaram jogado no chão. Levaram sua carteira. Ainda tinha o celular. Ainda podia ligar para Gabriela. Ainda podia lhe explicar o que havia ocorrido. Poderia tê-la novamente em seus braços.
Sua cabeça latejava. O sangue lhe escorria pela face, pelos braços.
Pegou o celular e sem hesitar ligou para sua garota.
Ela não atendeu. Ligou novamente. Deu na secretária eletrônica. Ela não lhe atendeu e provavelmente não o faria tão cedo.
Decepcionado, levantou-se, sacudiu a roupa, tentou concentrar-se. Não sabia onde estava. Olhou a hora. 2 da manhã. Céu nublado. Lugar estranho. Pra que lado ir? Olhou a estrada a sua frente e decidiu seguir descendo o morro.
No dia seguinte iria até a casa dela. Explicaria tudo e seria feliz novamente.
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